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O AtlasQueens, Nova YorkMe surpreenda

One Life.

Fred Trump

Construtor de Nova York

19051999

A mãe assinava os cheques dele. Ele construiu 27.000 casas

7 fontesTranscriçãoLer enquanto ouve

A história em resumo

Fred Trump nasceu no Bronx em 1905, filho de imigrantes alemães, e foi criado no Queens. Tinha doze anos quando o pai adoeceu e morreu em poucos dias. Aprendeu carpintaria à noite. A mãe, Elizabeth, tinha o dinheiro. Juntos, como E. Trump & Son (E. Trump e Filho), ele construía e ela assinava os cheques, porque ele era jovem demais.

Entre 1934 e 1942, construiu em série cerca de 2.000 casas geminadas de tijolo no Brooklyn, com empréstimos garantidos pelo governo. Em 1949, colocou o terreno de Beach Haven, um novo conjunto habitacional, em um fundo fiduciário para os cinco filhos, e suas empresas lhes pagavam 60.000 dólares por ano de aluguel. Mesmo assim, recolhia os pregos soltos nas suas obras. Em 1954, senadores o interrogaram: os empréstimos de Beach Haven, garantidos pelo governo, superavam o custo do conjunto em milhões, e o excedente ficou nas empresas dele. Não houve acusações.

O filho mais velho, Fred Jr., de quem ele zombava por ser mole demais, saiu para pilotar aviões comerciais. Donald entrou na empresa em 1968 e logo passou a dirigi-la. Em 1973, o governo processou Fred e Donald por recusarem inquilinos negros. Eles fecharam um acordo sem admitir nada. Em 1978, Fred assinou como um dos fiadores do empréstimo para o primeiro hotel de Donald em Manhattan. Fred Jr. morreu de alcoolismo aos quarenta e dois anos. Fred morreu em 1999, aos noventa e três anos, depois de construir mais de 27.000 moradias. Em 2017, Donald se tornou presidente dos Estados Unidos.

Em suas próprias palavras

Não, eu sou construtor.
Ao ser perguntado, numa audiência do Senado, se tinha visto a regra que citava, 1954 [1]
Acho que eu não teria conseguido fazer o banco entrar com 15.000.000 de dólares.
Ao ser perguntado sobre tomar empréstimo sem a garantia do governo, audiência do Senado, 1954 [1]
Dei carta branca ao Donald. Ele tem uma grande visão, e tudo o que ele toca parece virar ouro.
Sobre o filho Donald, ao jornal The New York Times, 1976 [3]

Traduzido do inglês.

Fontes (7)

  1. U.S. Senate, Committee on Banking and Currency, FHA Investigation: Hearings (1954), Fred C. Trump’s testimony of 12 July 1954, and the committee’s Report (1955)
  2. Tracie Rozhon, obituary of Fred C. Trump, The New York Times, 26 June 1999
  3. Judy Klemesrud, profile of Donald Trump, The New York Times, 1 November 1976
  4. David Barstow, Susanne Craig and Russ Buettner, The New York Times, 2 October 2018, from the family’s business records
  5. United States v. Fred C. Trump, Donald Trump and Trump Management, Inc. (federal court, Brooklyn, 1973–75), via the Civil Rights Litigation Clearinghouse
  6. Gwenda Blair, The Trumps: Three Generations That Built an Empire (2000), and her interview with PBS FRONTLINE (2020)
  7. Commercial Observer (2020), on the Grand Hyatt

Atualizado em 6 de outubro de 2026.

Transcrição

Transcrição em inglês, como o filme por enquanto.

His mother signed the company's cheques. He was too young.

That boy, Fred Trump, built over 27,000 homes, and the Trump family's fortune.

Then he had to choose which son would carry it.

He was 12 when his father fell ill and died within days.

He learned carpentry at night. His mother had the money. Together, they were E. Trump & Son: she signed, he built.

He built houses like Ford built cars: a dozen in a week, his masons sometimes working under floodlights.

After the war, he made his five children owners of the land under a huge complex. The oldest was 12.

His companies paid them rent: $60,000 a year.

Yet after work, in a suit, he walked his sites picking up stray nails.

Then senators grilled him. With the government backing his loans, he'd borrowed millions more than that complex cost. Where was the extra? In his companies' bank.

He pointed to a rule. Had he ever seen it? "No, I am a builder."

No charges followed.

Which son? Fred Junior tried, but his father mocked him as too soft, and he left to fly airliners. Donald joined, and soon ran the company.

In 1973, the government sued them both for turning away Black tenants. They settled, admitting nothing.

By then, he had stepped aside: "I gave Donald free rein. … everything he touches seems to turn to gold."

As his mother had, he signed for his son, co-signing the loan for Donald's first Manhattan hotel.

Fred Junior died of alcoholism, at 42.

Fred died at 93. In 2017, his son Donald became president of the United States.

It all began with a mother signing for her son.

Este filme chega em breve.

Em seguida, em outro lugar

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